quarta-feira, 15 de julho de 2009

Coisas Que Se Pensam Quando Tudo Corre Mal

A porcaria do telemóvel! Não tocou o alarme, é sempre a mesma merda! Tenho que arranjar um telemóvel de jeito! Arrreee, agora já estou atrasada para o estágio!
Nem sei que roupa pegar?! Ai a minha vida! Vai esta calça de ganga que fica sempre bem e esta camisola vermelha...tou-me a cagar...
Que fome... Caralho!!! Já estou atrasada meia hora, nem tempo tenho para aquecer um pouco de leite! Que se lixe, também tou gorda.
Onde tá a porcaria das chaves... porque é que não ponho as coisas sempre no mesmo sítio?!!! Esqueço-me sempre de tudo, tenho que mudar isso.
- Desculpe, mas não pode usar o elevador, está em manutenção?
- Não tem problema, eu vou de escada.
Sempre a mesma merda, quando alguma coisa começa mal... e esta gente ainda mete as bicicletas nestas escadas já minúsculas!... Não têm varanda?!! GGGrrrreee...

Conclusão: Quando algo corre mal, tudo o resto corre mal...ou pelo menos os 15 minutos seguintes. Ainda bem que existe sempre uma calça de ganga e uma camisola, que sabemos que fica sempre bem, para quando não sabemos o que usar ou não temos tempo para pensar sequer.


Um escorrega ao lado das escadas dava sempre jeito para adiantar uns minutos porque, descer quatro pisos ainda demora! Se lhe adicionarmos ainda os frequentes obstáculos... e algumas vezes a falta de luz (pegava no meu telemóvel para iluminar os degraus)!... Coisas da vida, que já passaram...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dentes Que Faltam

Porque há dias em que acontece tanta coisa ao mesmo tempo mas não temos nada para dizer...

Apenas compartilho o meu desgosto por ter arrancado um dente à minha cadelinha de estimação... a minha chiuaua...:(
Estava a irrita-la com os meus pés (para ouvir o ladrar feroz e irritante dela) e ela agarrou no laço da minha sapatilha com os seus dentes... num acto irreflectido puxei o meu pé para trás e acabei por arrancar-lhe o dente! Ela nem gemeu, e ainda continuou depois a ladrar para mim. Fiquei a sentir-me péssimamente.:s
A cadela já era velha, agora está velha e desdentada... mas continua linda!:)
Há alturas em que gostava de partir alguns dentes sem querer...
Posto isto, nada de jeito tenho para contar. Talvez para a próxima.
Continuações...

domingo, 12 de julho de 2009

Coisas de Bancos

Sobre a comprar do Banco Privado Português...
Acho de todo absurdo que o BPP seja vendido a Daniel D'Orey por 1 euro! Onde já se viu tal coisa?Acho que no mínimo deveria ser por 2 euros e 50 cêntimos!
Na loja dos 300 cheguei a comprar quatro bancos, cada um por 2 euros e 50 cêntimos, e foi o mais barato que encontrei! Fico chateada sabendo que poderia ter um banco por 1 euro!
Será que o senhor não poderia dar 5 euros? 10 euros? Não tem isso na carteirinha, não?...
Espero que o BPP não fique todo estragado como ficaram os meus quatro bancos após dois anos...e ainda durou bastante tempo!...:p

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Cor de Burro

Num momento de visita ao blogue do Burro na companhia da minha irmã, eis que surge esta questão...
Irmã: Achas que esta é a imagem do burro do shrek no cabeçalho?
Eu: Eu acho que sim. Se não é, é muito parecido.
Irmã: Mas o burro do shrek é castanho, não é cinzento!
Eu: É cinzento.
Irmã: É castanho!
Eu: Cinzento.
Irmã: Castanho!!!
(...isto durante um minuto...)

Andamos no google e no Youtube à procura do Burro do Shrek.
Conclusão: Não chegamos a conclusão nenhuma! Numas imagens o burro era castanho, noutras cinzento. Será que ele pinta o pêlo durante o filme? Será photoshop? Será efeitos do brilho do pêlo?... Enfim. Se alguém tiver a certeza da cor do pêlo do Burro do filme Shrek que faça o Grande Favor de me dizer, que este é o dilema do momento!...

Decide-te burro!...Como tens numa imagem o corpo cinzento e na outra a cara tão castanha? Será isso um bronze?...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Em Tempos de Calor...

Quem vive na cidade, ou viveu, em alguma altura teve a experiência de deslocar-se de transportes públicos, seja de autocarro ou metro. Durante a minha estadia no Porto tinha que utilizar os transportes públicos quase todos os dias, e eram raros os dias em que não acontecia algo hilariante! Sejam discussões (que era quase o "Pão nosso de cada dia"), a conversas como esta...
Entre dois homens com cerca de 50 anos, num autocarro cheio de gente, num dia de muuuiiiito calor:
Homem1: Isto agora está demais! Tanta gente só num autocarro! Isto não tem jeito nenhum...
Homem2: O caralho dos motoristas, não sei o que andam a fazer!! Há horários que não estão a ser cumpridos e depois dá nesta merda...
Homem1: O que vale é que aqui vai só juventude, e cheiram muito bem...não cheiram a cavalo! eheheh...
Homem2: Ahahah... com este calor, e com tanta gente, havia de ser bonito...

Reacção dos que estavam perto deles (praticamente só raparigas que vinham da faculdade): Afastaram-se deles dois passos, discretamente, e sempre que possível aumentavam mais a distância; os comentários entre as raparigas foi inevitável, e o olhar delas como quem diz ,"Estes devem ser uns ordinários do catano!" era constante.
Que ninguém espere andar de transportes públicos numa cidade sem passar por umas boas aventuras...:p


Se não querem andar a sentir os odores dos outros em autocarros apinhados, façam como estes! Subam ao segundo andar do autocarro, que é tudo mais arejado.:D

Silêncio Obrigatório!

No programa da tarde da SIC, "SIC ao Vivo", com a presença ilustre da Dr.ª Odete Santos.


José Figueiras: Já está em Setúbal há cerca de 60 anos não é?
Odete Santos: Vocês fazem o favor de fazer pouco barulho? (dirigindo-se ao publico presente - quase só crianças atrás dela) Eu...creio que não...ah sim sim...estou cá há 58 anos!
José Figueiras: Agora já tem mais tempo livre, já deixou o parlamento...
Odete Santos: Vocês podiam fazer menos barulho?...a convidada sou eu! Preciso de silêncio porque, tenho um coisa para contar... (contou uma história sobre Bocage)

Isto de deixar o parlamento já deixa saudades à Dr.ª Odete Santos, já não tem a quem mandar calar, já se vira para o público!
Dr.ª Odete Santos, vá ao parlamento mandar calar aquele senhores que lá estão, que eles agora até linguagem gestual usam!!! Ou não é verdade Senhor Ex-ministro Manuel Pinho?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sentir

Divago pela casa descalça, sentindo o frio de cada passo que dou.
Adoro o inverno e tudo o que com ele vem: a chuva a bater nas janelas de toda a casa, querendo invadir o meu espaço; a trovoada que quebra o silêncio da noite; o frio que invade todo o meu copo, fazendo-me tremer e sentir que estou viva.
Pego numa das melhores garrafas de vinho tinto da garrafeira de pedra que está na cozinha, coberta por uma fina camada de pó, denunciando o seu tempo de repouso. Abro-a e procuro um copo que combine com a garrafa, que seja leve e agradável no seu manuseamento, permitindo sentir cada movimento do vinho vertido.
Movo-me com toda a rapidez, em curtos e silenciosos passos... confortavelmente invado o sofá da sala, iluminada pelo fogo que acendera há pouco tempo, envolvida pelo delicioso som do Jazz. Encho o copo e bebo os primeiros goles. Sinto o calor do fogo e do vinho a envolver-me, a acolher-me, a abraçar-me. Reparo em tudo o que me envolve, tudo aquilo que já conhecia por ter sido eu a escolher... o fogo faz tudo parecer ainda mais belo; tantas sombras, tanto brilhos... Adoro aquele momento. Tudo é perfeito. Fixo-me no brilho do piano preto que durante tantos anos desejei ter, e perco-me nos meus pensamentos...
Chegas tu tarde do trabalho, falando sozinho, murmurando o quão cansado estavas das várias horas perdidas a lutar por algo que nem tu acreditavas. Rapidamente quebras toda aquela calma que me consumia. Apenas olhas para mim e sorris. Sorris de inveja daquele momento que eu estava a viver e que também querias.
- Espera por mim...vou só tomar um banho!
Entrei outra vez para aquele mundo, de onde me retiraste durante uns minutos, esperando por ti, mas já esquecendo que virias... Volto a encher o meu copo e a saborear aquele incrível vinho, agradecendo aquela magnífica música que se misturava com os sons da trovoada e, aquele ambiente que era como uma dádiva para todos os meus sentidos.
Sinto o teu cheiro a aproximar-se de mim, juntamente com o frio do inverno que ainda carregas de lá de fora.
- Posso roubar um pouco do vinho do teu copo?
- Sim.
Dás um pequeno gole, degustando e avaliando-o... aprovas e dás mais outro gole.
Pousas o copo e, de forma cavalheiresca, convidas-me para seguirmos o som da música e da trovoada, acompanhados pelo calor do fogo e dos nossos corpos. Tocas suavemente com as tuas mãos ao longo dos meus braços até envolveres com os teus braços o meu corpo, num meigo e deleitoso abraço. Sinto-te, ouço-te e cheiro-te... sentes o que eu sinto com o teu toque e eu sei o que sentes com o meu. Aquele beijo no rosto no momento certo, no sítio certo... Mais do que desejo do corpo, é desejo da alma! Calmamente beijas-me e eu beijo-te... Calmamente e embalados pelos sons e pelo calor. Recostas-me ao piano, fazendo-me sentir o frio que o envolver, e começamos a satisfazer todo aquele desejo que temos sempre um pelo outro e que despertamos com aquele momento. Calmamente sentimo-nos e amamo-nos, não vivendo aquele momento como se fosse o último mas como único!...

A música acaba e apenas fica o som da trovoada e do estalar do fogo. Pouso o meu copo e choro... Choro como uma criança a quem lhe foi roubado o doce... Choro porque vivo imaginando como gostava que fosse; choro porque não tenho um momento destes contigo; choro porque simplesmente não te tenho.

Coisas Que Nos Fazem Viver

Mãos suadas e a tremer, coração acelerado, inquietude, contracções de quase todos os músculos, ranger de dentes, adrenalina...
Não, não são sintomas de uma nova doença...são mesmo sinais de uma pessoa no limite do stress e de pressão como eu cheguei a ficar! As pessoas exigem tanto umas das outras e delas mesmas...tentam agradar sempre alguém, mostrar que podem, que conseguem, usando para isso quase todas as suas energias nesse único objectivo esquecendo tudo o resto!
O problema é quando não sabemos gerir esse stress e damos connosco no desespero, com vontade de levantar tudo no ar, e andar a berrar até com as paredes, bater na mesa, partir tudo à nossa volta...algo que fizesse libertar um pouco do stress em excesso. Quem nunca teve vontade de fazer algo como esta menina fez no video clip de David Guetta na música "Delirious"?:p Não fosse o nosso lado racional que limita todos (ou quase todos) os nossos actos...




Outro problema surge quando conseguimos atingir os objectivos a que nos propusemos... o que nos resta?... O vazio é tremendo! O stress passa a ser uma necessidade, os objectivos são vícios, a adrenalina uma dependência...
É assim que estou...sem objectivos que me façam levar aos limites de mim, e que adoro. Quero me pôr à prova!
Quero ter vontade de partir coisas!...:p

domingo, 5 de julho de 2009

Coisas do Passado...ou do Presente?...

Tive esta noite um duplo Déjà vu...
Actualmente fala-se tanto em aquecimento global e da necessidade de reciclar, que este conceito já chegou às programações televisivas. Então vejamos:
Lembram-se do programa "Jogos sem fronteiras" que passava na RTP à vários anos atrás?... Pois bem, ou eu muito me engano ou o conceito é o mesmo que o utilizado no novo da SIC o "TGV", só que numa versão mais moderna.
E o que dizer do novo programa da TVI com Herman José, "Nasci P'ra Cantar"? Não lhe acham uma grande semelhança com o programa "Chuva de Estrelas" da SIC?... Relativamente a este programa, o facto de ser o Herman José a apresentar dá-me a sensação que estou na SIC e não na TVI; levando a que, inconscientemente, pegue no meu comando e mude de canal para o canal anterior (que corresponde à SIC) ficando por breves segundos sem compreender qual é o problema da televisão (quando o problema é só meu). :s




Já nem me lembrava do símbolo dos Jogos sem Fronteiras...já lá vai tanto tempo...é bom recordar.

Mozart do Presente?

Esta é uma menina prodígio, com os seus 6-7 anos com o Dom da música, capaz de compor as suas próprias músicas; o "Mozart" em versão feminina quem sabe...



Todos temos um Dom, quem sabe até mais que um...