Cada vez compreendo melhor quando algum homem diz "Vocês mulheres são umas complicadas, pah." (o "pah" saí quase sempre com esta reclamação de homem).
Se estamos gordas, reclamamos que estamos gordas e que a roupa já não nos serve; das duas uma, ou fazemos dieta ou compramos roupa nova (com um tamanho acima - coisa que nenhuma mulher gosta de fazer, entramos em profunda depressão pelo peso e pelo dinheiro gasto).
Quando decidimos emagrecer, ficamos felizes com os quilos a menos mas desconsoladas que a roupa já fica mal no corpo, principalmente as calças; e das duas uma, ou voltamos a engordar ou compramos roupa nova.
Conclusão: a mulher acaba sempre numa loja de roupa...
Pois, cheguei a esta grande conclusão porque emagreci e todas as calças me ficam mal (o rabo fica desconsolado nas calças largas) e lá tive que tomar uma atitude e aventurar-me em algumas lojas de roupas à procura de algo bonito e barato (uma tarefa difícil!), tirando e vestindo roupa, tirando e vestindo roupa, tirando e vestindo roupa.... até já estar fartinha (e eu sou das raras pessoas que detesta comprar roupa só pelo trabalho que dá experimentar - só compro em caso de necessidade extrema!:s). Mas revelou-se uma grande aventura.
Fui sozinha, o que torna todas as decisões mais difíceis de tomar. Precisamos sempre de uma segunda opinião; de alguém que nos diga se a roupa disfarça o pneuzinho; que diga se o decote é exagerado ou não para determina ocasião; uma pessoa que diga se o nosso rabo fica ou não favorecido na calça.
Mulher1: Que achas destas calças? Achas que fica bem?
Mulher2: Ficam bem. Ainda por cima é ganga escura, o que favorece sempre uma pessoa. E que achas das minhas? Eu não estou a gostar muito delas...
Mulher1: Porque? Eu acho que te ficam bem. E fazem-te um rabo muito profissional.
Mulher2: Profissional?... Achas mesmo que fica bem?... Então levo-as.
Pois... foi isto que ouvi enquanto experimentava as minhas calças novas.
Eu pensando no momento: "Rabo profissional?! Ai esta minha mente ordinária... bem, pode ser do tipo "profissional" como o decote que o rafeiro perfumado referiu. Será que o meu fica bem nestas calças?...Ora bolas... hummm...o rabo não fica muito grande...mas também não fica muito pequeno...)

Próxima loja...
Era tudo caro, mas gostei de muita coisa. Tive que tomar uma atitude estratégica, pego em tudo que gosto, excluo o ridiculamente caro e exprimento o resto; o que ficar bem levo (acabei por trazer apenas duas camisolas e um par de brinco após muito "tira e veste" - depois os homens ainda perguntam como é possível chegarmos cansadas das compras).
Filha: Segura aí mãe enquanto eu experimento.
Mãe: Dá-me então.
Filha: Que achas? Eu gosto... vou levar, nem vale apena pensar.
Mãe: Fica bem. (Que adiantava a opinião dela quando a filha disse que já estava decidido...)
Filha: E esta?
Mãe: Eu gosto.
Filha: Eu não gosto... não levo.
Conclusão: A mãe paga mas não tem opinião que valha na escolha da filha.
Lembrei-me na altura, quando ouvia esta conversa no meio do "tira, veste e olha para o espelho", que agora não é a minha mãe que paga as minhas coisas, mas sou eu que tenho que tomar bem conta do meu ordenado e controlar as despesas. Foi uma sensação estranha; não que me custe pagar (ainda custa menos ser eu a pagar que a minha mãe), mas a sensação de independencia soube tão bem naquele momento... No entanto a mãe ainda faz falta para ajudar nas escolhas da roupa.
Isto de ser mulher não é nada fácil... que nenhum homem tente entender, porque nem mesmo nós mulheres nos entendemos.
Quando decidimos emagrecer, ficamos felizes com os quilos a menos mas desconsoladas que a roupa já fica mal no corpo, principalmente as calças; e das duas uma, ou voltamos a engordar ou compramos roupa nova.
Conclusão: a mulher acaba sempre numa loja de roupa...

Pois, cheguei a esta grande conclusão porque emagreci e todas as calças me ficam mal (o rabo fica desconsolado nas calças largas) e lá tive que tomar uma atitude e aventurar-me em algumas lojas de roupas à procura de algo bonito e barato (uma tarefa difícil!), tirando e vestindo roupa, tirando e vestindo roupa, tirando e vestindo roupa.... até já estar fartinha (e eu sou das raras pessoas que detesta comprar roupa só pelo trabalho que dá experimentar - só compro em caso de necessidade extrema!:s). Mas revelou-se uma grande aventura.
Fui sozinha, o que torna todas as decisões mais difíceis de tomar. Precisamos sempre de uma segunda opinião; de alguém que nos diga se a roupa disfarça o pneuzinho; que diga se o decote é exagerado ou não para determina ocasião; uma pessoa que diga se o nosso rabo fica ou não favorecido na calça.
Mulher1: Que achas destas calças? Achas que fica bem?
Mulher2: Ficam bem. Ainda por cima é ganga escura, o que favorece sempre uma pessoa. E que achas das minhas? Eu não estou a gostar muito delas...
Mulher1: Porque? Eu acho que te ficam bem. E fazem-te um rabo muito profissional.
Mulher2: Profissional?... Achas mesmo que fica bem?... Então levo-as.
Pois... foi isto que ouvi enquanto experimentava as minhas calças novas.
Eu pensando no momento: "Rabo profissional?! Ai esta minha mente ordinária... bem, pode ser do tipo "profissional" como o decote que o rafeiro perfumado referiu. Será que o meu fica bem nestas calças?...Ora bolas... hummm...o rabo não fica muito grande...mas também não fica muito pequeno...)

Próxima loja...
Era tudo caro, mas gostei de muita coisa. Tive que tomar uma atitude estratégica, pego em tudo que gosto, excluo o ridiculamente caro e exprimento o resto; o que ficar bem levo (acabei por trazer apenas duas camisolas e um par de brinco após muito "tira e veste" - depois os homens ainda perguntam como é possível chegarmos cansadas das compras).
Filha: Segura aí mãe enquanto eu experimento.
Mãe: Dá-me então.
Filha: Que achas? Eu gosto... vou levar, nem vale apena pensar.
Mãe: Fica bem. (Que adiantava a opinião dela quando a filha disse que já estava decidido...)
Filha: E esta?
Mãe: Eu gosto.
Filha: Eu não gosto... não levo.
Conclusão: A mãe paga mas não tem opinião que valha na escolha da filha.
Lembrei-me na altura, quando ouvia esta conversa no meio do "tira, veste e olha para o espelho", que agora não é a minha mãe que paga as minhas coisas, mas sou eu que tenho que tomar bem conta do meu ordenado e controlar as despesas. Foi uma sensação estranha; não que me custe pagar (ainda custa menos ser eu a pagar que a minha mãe), mas a sensação de independencia soube tão bem naquele momento... No entanto a mãe ainda faz falta para ajudar nas escolhas da roupa.
Isto de ser mulher não é nada fácil... que nenhum homem tente entender, porque nem mesmo nós mulheres nos entendemos.

2 comentários:
essa do rabo profissional partiu tudo! hehehe
vá-se lá saber qual a profissão da mulher... :)
Afectado, também fiquei curiosa quanto à profissão da senhora, e do tipo de postura que ela deve tomar com o seu rabo...;p
Bjss
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